About Me
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MSN: yabayaza@hotmail.com ICQ: 168525052
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Interests
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Parkour, Programming, Blackjack, Networks, Security, Reverse Engineering, hacking, Open-Source, Wicca, Write, Read, Learn...
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Favorite Music
Cradle of Filth, Chill Out, Sigur Ros, Electro, Trance, House, Massive Attack, Ornatos Violeta, KoRn, Nirvana, Boss AC, Vanessa Mae, entre tantos...
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Favorite Movies
Trainspotting, Pulp Fiction, Queen of Damned, Efeito Borboleta, Saw, Ghost, American Beauty, Imperio dos sentidos, Nightmare On Elm Street, 23, Antitrust, Brainscan, Catch Me If U Can, The Beach, Johny Mnemonic, Menno's Mind, Oceans Eleven, Pi, Revolution OS, Slackers, Sneakers, Operation Swordfish, Takedown, Tron, WarGames, Clube dos poetas mortos...
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Favorite TV Shows
Southpark, Simpsons, Prision Break, CSI, qq tipo de comedia britanica, documentarios (Discovery)... etc...
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Favorite Books
O Azul Algures - Jeffrey Deaver, Richard Bach - Fernao Capelo Gaivota, Filhos da Droga, The Art of Deception (Mitnick), Viagem ao Mundo da Droga, Cocaina, Manual do TCP/IP, entre outros...
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Favorite Quote
There's no such thing as right or wrong, only fun and boring... ...A cidade esta deserta, E alguem escreveu o teu nome em toda a parte: Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas. Em todo o lado essa palavra Repetida ao expoente da loucura! Ora amarga! ora doce! Pra nos lembrar que o amor E uma doenca, Quando nele julgamos ver a nossa cura!...
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Journal
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Sentado em frente a um computador, banhado pela luz do ecrã, com uma mão sobre o teclado e a outra sobre o rato, os olhos fixos, a maior parte do meu corpo permanece inerte. E contudo, a sensação de estar "lá", algures no ciberespaço, é fortíssima. É como se essa presença, as nossas conversas, as nossas mensagens electrónicas, os documentos, sons, fotografias e filmes, as nossas marcas imateriais nesse novo éter fossem inteiramente desligadas da nossa realidade sensorial complexa e interactiva a que costumamos chamar mundo real. No ciberespaço, somos anjos: sem costas, porque virados inteiramente para o ecrã, sem sexo, porque sem interface possível com o corpo, mensageiros sem lugar, invisiveis, intocáveis, circulando sem destino aparente, revelados em ecrãs distantes nas mais diversas materializações. E seremos anjos ou fantasmas, ou mesmo demónios? Como anjos somos impuros, as nossas paixões estão já presas aos ecrãs, aos teclados. Temos já a percepção de que o nosso corpo é afectado nessa relação com o que esté do lado de lá do ecrã, e por detrás de outros ecrãs, anjos como nós. Somos anjos de um tipo novo, seres em que o artificial e o natural se cruzam sem fronteiras aparentes. Lidamos com a tecnologia com a mesma naturalidade com que lidamos com o nosso corpo, condicionados mutuamente. Existem, evidentemente, implicações éticas: a tese extrema defende que a integração orgânica entre biologia e tecnologia é a única maneira de o ser humano se manter dominante sobre a tecnologia que cria. Hoje, quando ligo o computador e vou para "lá", para o ciberespaço, quando me sento ao volante do meu carro, quando pego num telefone celular ou uso um leitor de mp3, poucas duvidas me restam de que a tecnologia é uma extensão de mim, e continuo a preferir pensar eu isto sobre a tecnologia, do que a tecnologia pensar isto sobre mim. Ou não?...
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Darkiss***