As bandas preferidas para comecar sao mts... Placebo;Muse;Cold Play;Tool;Nirvana;U2;Incubus;Fall out Boy;Panic at the Disco;The sunshine underground;CSS;Linda Martini;Pluto;Ornatos Violeta;Blur;Silversun Pickups;The Killers;House;Minimal;Drum n bass;Techno;Trance etc..etc...
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O Perfume;Cidade dos Anjos; Dragão Vermelho; Hannibal; Silencio dos Inocentes,Sin City...etc...etc...
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11 minutos (Paulo Coelho);POESIAS de Fenando Pessoa
Verdadeiramente (6-4-1934)
Verdadeiramente
Nada em mim sinto.
Há uma desolação
Em quanto eu sinto.
Se vivo, parece que minto.
Não sei do coração
Outrora, outrora
Fui feliz, embora
Só hoje saiba que o fui.
E este que fui e sou,
Margens, tudo passou
Porque flui.
Fel e uma especie de diario poetico dos ultimos dias de Jose Duro. O poema ,Doente, que encerra o livro, e uma longa confissao de amargura e desespero de um jovem que sabe ja que a morte esta muito proxima. Nao resisto aqui a transcrever a parte final desse poema numa ortografia actualizada.Com Antonio Nobre e Cesario Verde forma a trIade dos grandes poetas novecentistas portugueses que morreram prematuramente,tinha vinte e trez anos.
DOENTE Que negro mal o meu! estou cada vez mais rouco! Fogem de mim com asco as virgens de olhar calido... E os velhos, quando passo, vendo-me tao palido, Comentam entre si: coitado, esta por pouco!... Por isso tenho odio a quem tiver saude, Por isso tenho raiva a quem viver ditoso, E, odiando toda a gente, eu amo o tuberculoso. E so estou contente ouvindo um alaude. Cada vez que me estudo encontro-me diferente, Quando olham para mim e certo que estremeco; E vai, pensando bem, sou, como toda a gente, O contrario talvez daquilo que pareco... Espirito irrequieto, fantasia ardente, Adoro como Poe as doidas criacoes, E se nao bebo absinto e porque estou doente, Que eu tenho como ele horror as multidoes. E amando doudamente as formas incompletas Que as vezes nao consigo, enfim, realizar, Eu sinto-me banal ao pe dos mais poetas, E, achando-me incapaz, deixo de trabalhar... Sao filhos do meu tedio e duma dor qualquer Meus sonhos de neurose horrivelmente histericos Como as larvas ruins dos corpos cadavericos, Ou como a aspiracao de Charles Baudelaire. Apraz-me o simbolismo ingenito das coisas... E aos labios da Mulher, a desfazer-se em beijos, Prefiro os labios maus das negregadas loisas, Abrindo num ancelar de morbidos desejos. E e vao que medito e e em vao que sonho: Meu coracao morreu, minha alma e quase morta... Ja sinto emurchecer no cranio a flor do Sonho, E oico a Morte bater, sinistra, a minha porta... Estou farto de sofrer, o sofrimento cansa, E, por maior desgraca e por maior tormento, Chego a julgar que tenho, estupida lembrança, Uma alma de poeta e um pouco de talento! A doenca que me mata e moral e fisica! De que me serve a mim agora ter esperancas, Se eu nao posso beijar as trémulas criancas, Porque ao meu labio aflui o toxico da tisica? E morro assim tao novo! Ainda nao ha um mes, Perguntei ao Doutor: Entao? Hei-de cura-lo... Porem ja nao me importo, e bom morrer, deixa-lo! Que morrer e dormir... dormir... sonhar talvez... Por isso irei sonhar debaixo dum cipreste Alheio a seducao dos ideais perversos... O poeta nunca morre embora seja agreste A sua aspiracao e tristes os seus versos! JOSE DURO
Jose Duro, morreu numa chuviscosa e fria manha de Janeiro de 1899. A primeira edicao de Fel aterrara nos escaparates dos livreiros uns dias antes. ABRACO
SaudaCoes solares Mr Daniel!! Espero k esteja td bem desse lado do oceano ;)) Deves andar em époka d exames...bue atrapalhado!! Good Luck!! K as boas vibes te guiem e te conduzam p o caminho da felicidade!! Confia em ti e nas tuas potencialidades...